Release
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Nome:
João Carlos Prista |
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Compositor e Escritor
- Músicas:
Mais de 600 (33 parcerias), desde 1970, de estilos variados. Os antigos vizinhos de Vila
Isabel (Rio Bang City) torciam por mim, costumavam dizer, quando eu não estava por perto: "tomara que aquele cretino faça sucesso, logo de uma
vez, e se mude daqui". Infelizmente, por enquanto eu os decepcionei por esse lado do
sucesso, mas acabei me mudando para Cachoeiras de
Macacu, no interiorrrr do Rio de Janeiro. Ficaram livres de mim!
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- Gravações:
O Prista CD, intitulado "Culinária Maluca", contém 14 músicas.
Esgotado! Outras músicas também podem ser ouvidas aí pela
Internet. Procure-as no link "Músicas". Você
precisa conferir isto.
Eta, isso vai valer uma grana preta quando o Prista for um sucesso! Além disso,
várias demonstrações podem ser baixadas (MP3) em www.prista.mus.br
no LINK "Áudio".
- Livros:
Ainda não, mas estou preparando a "boneca" de um, no computador, com muito
carinho e cuidado para ninguém sentar. Aceito patrocínio! ![]()
- Jornal:
Participação no Jornal do Humor, em Abr/87, como sócio e escritor. Saiu uma edição só. Foi aquela coisa assim
de marinheiro de primeira viagem e, como marinheiro (não, eu não como marinheiro, não
interprete mal), normalmente, não escreve jornal... Faltava um pouco mais de patrocínio
e um pouco menos de "ego" de alguns participantes. Na década de 90,
vários textos escritos por mim em "BBS" foram selecionados e
publicados no caderno de Informática de O Globo, alguns até com ilustrações
feitas pelo pessoal do jornal. A partir de 2002, participo como colunista em
vários jornais de Cachoeiras de Macacu. Em Jun/2007 passei a escrever também
em jornais de bairro do Rio de Janeiro, do Méier e da Tijuca. Foram mais de 180 crônicas publicadas!
- Uma pequena trajetória da
música:
Bares da vida, de 1982 a 1989, com algumas narigadas nos microfones. Em 2000 voltei a
tocar na noite, podem contratar. Houve um show de músicas exclusivamente de minha autoria, em 1985, no Bar
do João, que ficava (fechou, mas juro que não foi por minha causa!) na rua Conde de
Bonfim, na Muda. Em 05 de dezembro de 1989 foi a vez da primeira Culinária Maluca, no
Botecoteco (hehe, também já fechou), em Vila Isabel - Rio Bang City. Em 02 de
fevereiro de 1991, a segunda
Culinária Maluca, no Chopp's do Meyer. Advinha? Claro, já fechou também. Se você está
pensando em fechar a sua casa de shows, o que está esperando? Basta me contratar!
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- Culinária Maluca:
Foram 3 edições. O show era uma pitadinha de músicas inéditas, de minha autoria, misturadas com sucessos consagrados
de outros autores. Eu, violão e voz, acompanhado de arranjos MIDI interpretados por um
computador e sonorizados por um sintetizador. Fazia um intervalo, porque a
banda sempre precisava mijar.
- TV:
Já consegui ser entrevistado UMA vez, no programa Rio Mulher de 28/09/89, da
TV Rio, que também já encerrou suas atividades. Duas donas de casa assistiram:
as falecidas Mamãe
Prista e uma outra tia, ambas esclerosadas. Entretanto, na verdade, assistiram
apenas à reprodução no videocassete, até porque não sabiam mais como diabos se liga
uma TV e eu tive que assessorar. Gostaram, se gostaram, até juraram que sim! Senão eu não devolveria as dentaduras...
- Composições:
Fico mais à vontade com músicas
lentas, bossa, samba-canção, bolero, valsa, mas também crio em outros estilos, rock,
country, balada, baião, uma salada do cacete! Mentira. Fico mais à vontade de cuecas,
hehe, samba-canção. Uso umas até da marca Bossa nova!
- Panos, digo, Planos:
Divulgar músicas do meu lado compositor, através de shows e gravações, de preferência
nas vozes de cantores competentes. Editar livros. Escrever para jornais e revistas. Se
não for querer muito, ganhar algum dinheiro. ![]()
- Cantor
Na verdade, eu não gosto de cantar na "noite" dos bares. A verdade não se diz, portanto
eu não disse isso, juro que não! Outros músicos habituaram o público, atendendo todos
os pedidos, mas não é exatamente isso o que eu sei fazer. A gente está tocando Chico
Buarque e o sujeito pede lambada, lambida, pagode, Rap ou qualquer diabo parecido. Duro,
né? Aliás,
sinceramente, será mesmo que alguém gosta de tocar "Parabéns Pra Você"? Eu
quase morro, quando pedem, tenho espasmos, convulsões, rosno e babo. Mas é
"noite", os bêbados estão nela, a grana é curta e pé na vaca. Às vezes até
que é legal, depende muito do público. Faço um violão e voz,
por necessidade mesmo, enquanto não saem os Mega-Prista-Shows!
Costumo sugerir aos mais furiosos que atirem
apenas ovos cozidos. Não esparramam tanto... ![]()
- Outros dados:
Trabalhei nos escritórios, em contabilidade, administração e em informática.
Era gerente, sô! Cargo pomposo, né? Já fui
fotógrafo, criador de cardápios humorados para bares, vendedor de amebas. Fiz alguns
jingles e spots. Tenho duas filhas, tive somente uma mãe, um carro velho (o
Pristamóvel) e tive uma galinha, que todo mundo trepava, às vezes dois ao mesmo tempo,
até criancinhas (chamava-se Leila Purple, a motocicleta). Tenho a ligeira impressão de que
nada ainda deu certo. Estes foram os outros dados. Você tem dado?
- João João:
Na década de 80, usava um pseudo de "João João". Daí que todo mundo
perguntava: "por que João João", mas era complicado ficar explicando, as
pessoas são muito curiosas! Foi por causa do telefone. Alguém ligava e eu dizia:
"João Prista" e do outro lado perguntavam: "Crista?",
"Pisca?", "Cristo?", "Pista?", "Vista?",
"Prisma?", "Bisca?", "Disca?", qualquer merda
menos PRISTA! Então eu respondia: "João João" e retrucavam:
"esquisito", mas nunca deixavam de entender... Isto foi só pra fechar o
Release.
- Aliás, como é que se
prepara um Release? ![]()
Esta página foi atualizada em 19-Ago-2008