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3 Tempos |
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21-Ago-2002 |
I
Wolfgang. Não sou cinéfilo,
mas assisti 5 vezes. Aquela gargalhada histérica gostosa pode ter sido o motivo
do sucesso do filme, ou a inveja neurótica de Saglieri, ou simplesmente a
curiosidade das pessoas por saberem um pouco sobre esse fantástico compositor
popular entre os clássicos.
Wolfgang Amadeus Mozart. Minha memória não é das melhores, mas li em algum
lugar que vai ser filmada (ou está sendo, ou está pronta, sei lá) uma nova
versão da história dele, desta vez sem que o exagero doentio de Saglieri seja
o tema principal do enredo. E aguardo ansioso pelo resultado.
Genial e irrequieto Wolfgang! Não deixaram-no fazer sucesso. De fato que ele não
colaborava muito com sua própria imagem. Caso o poder fosse mais inteligente,
poderia ter relevado aquela irreverência toda. Não souberam formar uma
reciprocidade, porque não interessava.
Se justiça não há e se as pessoas insistem em deturpar a imagem de alguém, por causa de lucubrações perniciosas, muitas vezes fica difícil que se saiba quem se chama Wolfgang ou quem se chama Saglieri.
Wolfgang jamais se incomodou com Saglieri, embora soubesse que se tornara seu inimigo por questões idiotas. Desse conflito incabível, a música de um sobreviveu séculos. Existe lugar para todo mundo, pena que não entendam essa parte. Se nada de extraordinário acontecer, há tempo para se pensar nisso. Feliz 2003!
II
Errar é Tucano, persistir
no erro é Petice.
(João Prista não é partidário de ninguém, esta frase é mera sacanagem)
III
Extra! Político gay faz campanha diferente: "Bote em mim!"