Soltar Pum

Trabalhávamos num recinto onde ruídos estranhos aconteciam, sonoros e quase definidos. Havia um amigo, chamado Carlos, que tinha por costume colocar a mão à frente da boca (a dele, claro) e ficar soprando, de forma a emitir aquele som característico dos peidos. Fazia isso diariamente. As meninas do departamento ficavam meio que constrangidas, mas fingiam que nada acontecia. Um dia lá ele realmente soltou um tremendo peidão, pior de tudo que foi fedorento, muito fedorento! Imediatamente, para disfarçar, ele começou lá a soprar a mão, daquela forma já tão costumeira. Mas, ao sentir o cheiro, uma dona daquelas da sala concluiu:

- Tá ficando cada vez mais real...

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